Monday, 9 November 2009
Sunday, 8 November 2009
Olhar a chuva lá fora, saborear uma lasanha acabada de fazer...
Para atravessar contigo o deserto do mundo
Para enfrentarmos juntos o terror da morte
Para ver a verdade para perder o medo
Ao lado dos teus passos caminhei
Por ti deixei meu reino meu segredo
Minha rápida noite meu silêncio
Minha pérola redonda e seu oriente
Meu espelho minha vida minha imagem
E abandonei os jardins do paraíso
Cá fora à luz sem véu do dia duro
Sem os espelhos vi que estava nua
E ao descampado se chamava tempo
Por isso com teus gestos me vestiste
E aprendi a viver em pleno vento
Sophia

(Fotografia tirada em S. Pedro do Sul, Novembro de 2008)
Friday, 6 November 2009
As aventuras e desventuras na burocracia portuguesa...

Esta noite, na Sé!
Concert Spirituel
Um concerto de música barroca coral e instrumental com a Camerata Antiqva, o Vocal Ensemble e a Classe de Canto do Departamento de Comunicação e Arte da UA, dirigidos por Fernando Miguel Jalôto e Vasco Negreiros, é a sugestão da organização dos Festivais de Outono 2009 para o dia 6 de Novembro. O espectáculo, produzido a partir de uma intersecção entre o trabalho desenvolvido por alunos e por professores do DeCA a pedido da organização da edição deste ano dos Festivais de Outono, tem início às 21h30, na Sé Catedral de Aveiro. A entrada é livre.
Michel-Richard Delalande (1657-1726)
De la Grande Pièce en G-ré-sol: 2ème Fantasie ou caprice que le Roy demandait souvent. (ca.1703)
Un peu lent
[Viste]
Doucement
Gracieusement
Gayement
Vivement
Marc-Antoine Charpentier (1635-1704)
Requiem
II Parte
Jean-Baptiste Lully (1632-1687)
Te Deum, LWV55 (1667)
Symphonie
Patrem immensae majestatis
Tu ad dextram Dei sedes
Salvum fac populum tuum
Dignare Dominum
In te Domine speravi
(Fonte: UA Online)
Thursday, 5 November 2009
Magia...
O serão pleno de música, poesia e imagens começou atrasado... vá lá, a sala até estava composta, de pessoas ávidas por música e poesia... não se entrava pela porta principal do Auditório do DeCA, mas sim por uma porta lateral e as cadeiras estavam de costas para a "frente" do Auditório. Confesso que foi estranho estar de costas para o orgão... engraçado como os locais podem parecer tão diferentes quando os vemos de uma diferente perspectiva.
Auditório escuro, apenas iluminado por velas, uns candeeiros espalhados pelo chão, junto ao piano e uns poucos projectores. Dois homens entram, Álvaro Teixeira Lopes dirige-se para o piano e Pedro Lamares começa a recitar:
“O primeiro desejo dos amantes
é serem velhos amantes
é começarem assim o amor
Pelo fim”
Regina Guimarães
Por cima do piano começaram a projectar-se imagens compiladas por Manuela Pimentel, baseadas em azulejos tradicionais portugueses e em paredes urbanas. E ao longo de cerca de uma hora, músicas de António Pinho Vargas, Bach, Schumann, Tchaikovsky, Janacek e Camargo Guarnieri desfolharam-se naquele piano, intercaladas com a voz quente de Pedro Lamares (e como é fantástico ouvir alguém a recitar tão bem poesia!) a recitar poemas de Sophia, Eugénio de Andrade, Ary dos Santos, Ruy Belo, Ramos Rosa e tantos outros. Gostei das imagens projectadas na parede, mas confesso que muitas vezes me abstraí delas, de tal modo estava enlevada pela música e pela poesia. E, no fim, saímos todos da sala com conforto e afago no coração, para enfrentar a noite fria.
Aqui fica um dos poemas e uma das músicas que se tocaram por lá... e hoje começo o dia de trabalho a ouvir "As mãos" um disco de António Pinho Vargas, um Músico com M muito grandeeeeeeee.
Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento ...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva ...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja ...
Alberto Caeiro (Poema XXI do "Guardador de Rebanhos")
Wednesday, 4 November 2009
Tuesday, 3 November 2009
Amo-te...
4 Novembro › 21h30 › Departamento de Comunicação e Arte
Concerto «Amo-te»
«Amo-te» é o tema de um espectáculo que Álvaro Teixeira Lopes (piano), Pedro Lamares (actor) e Manuela Pimental (imagem) apresentam no dia 4 de Novembro, a partir das 21h30, no Departamento de Comunicação e Arte, no âmbito dos Festivais de Outono 2009. A entrada é livre.
Um pianista de formação clássica que não se importa de arriscar. De “descompor”. Que é apaixonado pela comunicação. Que quer experimentar, desde que faça sentido. Desde que mexa, porque parada é já a banalidade e a vida é demasiado curta e preciosa.
Um actor que diz poesia. Que lê poesia. Que é apaixonado pela palavra. Que estudou música, trabalhou com músicos e está sedento de crescer. De explorar. De trocar. Que optou pelo instrumento da voz falada e quer fazer parte da música. Integrar.
Um jantar. Uma conversa que foi passeando em Luís Miguel Nava, Fernando Pessoa, Schumann, o amor, Sophia de Mello Breyner, J.S. Bach, fotografia, Herberto Hélder, tarot, pintura, Amílcar Vasques Dias, Al Berto, astrologia…tudo misturado. Tudo organizado pelo seu lugar natural e próprio. Pelo respeito. Pela vontade de construir, sem delírios. De assumir limites para tornar claro. De criar.
Estava lançada a semente. O projecto aconteceria. E aconteceu, cinco anos depois deste encontro. A concepção foi breve, a gestação demorada. Foi o seu tempo. O tempo que lhe coube. Nós fomos atrás, como nos cabia.
Chama-se COiNCIDÊNCIA
Amo-te
O nome foi “roubado” da artísta plástica Manuela Pimentel e da sua “revolta” dos azulejos. Ela que, por sua vez o tinha “roubado” às mensagens de amor deixadas nas paredes da cidade, tornando-nos testemunhas dessa intimidade pública. Desta vez, são os azulejos tradicionais portugueses que tapam os cartazes. Do projecto “ + – ou – fixação proibida”, saem figuras avulso e os painéis de (supostos) azulejos pintados sobre cartazes de rua, revestidos a resina e estalados em forma de envelhecimento. Sobre eles, os stencils que falam connosco nas paredes das cidades. Amo-te, é o que nos dizem.
“O primeiro desejo dos amantes
é serem velhos amantes
é começarem assim o amor
Pelo fim”
Regina Guimarães
Amo-te é uma viagem.
A partida é dada com o poema de Regina Guimarães.
Uma viagem pelo universo dos afectos, com as suas dependências e emancipações. A diluição do “eu” e o inevitável retorno. O inconsciente colectivo e a consciência do indivíduo.
A viagem começa na passagem do primeiro amor (no útero da mãe) para a primeira rejeição no caminho do indivíduo – o nascimento.
O piano, a voz e a imagem vão dialogando e coincidindo num espaço cénico simples, de luz íntima e artesanal, “como uma cama se afeiçoa a um corpo que vai vendo crescer” (Maria do Rosário Pedreira)
A viagem termina como qualquer ciclo: junto ao lugar onde começou, com um olhar diferente porque a experiência é transformadora. Se os amantes começam o amor pelo fim, nós terminamos junto à morte, de olhos abertos, pensando que “se a juventude viesse novamente do fundo de mim com suas raízes de escamas em forma de coração, pegaria sem hesitações no leme do frágil barco (…) mas não estou triste” (Al Berto).
“O poente é belo e é bela a noite que fica…
assim é
e assim seja” (Alberto Caeiro)
Poetas
Adília Lopes, Al Berto, Alberto Caeiro, Alexandre O’ Neill, António Franco Alexandre, António Lobo Antunes, António Ramos Rosa, Carlos Oliveira, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Emanuel Félix, Eugénio de Andrade, Gonçalo M. Tavares, Herberto Hélder, Joaquim Castro Caldas, Jorge Sousa Braga, José Carlos Ary dos Santos, Maria do Rosário Pedreira, Maria Teresa Horta, Mário Cesariny, Mário de Sá Carneiro, Mário Henrique Leiria, Natália Correia, Norberto Ávila, Regina Guimarães, Ruy Belo, Sophia de Mello Breyner Andresen.
Compositores
Johann Sebastian Bach (1685-1750)
Robert Schumann (1810 – 1856)
Piotr Ilitch Tchaikovsky (1840 – 1893)
Leos Janacek (1854 – 1928)
António Pinho Vargas (n. 1951)
Camargo Guarnieri (1907-1993)
Ficha Técnica
Direcção Artística – Álvaro Teixeira Lopes e Pedro Lamares
Piano e Repertório Musical – Álvaro Teixeira Lopes
Voz e Selecção de Textos – Pedro Lamares
Imagem – Manuela Pimentel
Som – Inês Lamares e Luís Carlos Pereira
Direcção Cénica, Luz e Edição de Imagem – Pedro Lamares
Produção – Projecto COiNCIDÊNCIA
Assistente de Produção – José Freitas
Comunicação – www.self-design.com
Fotos (cartaz e programa) – Luís Tobias e Mafalda Capela
(Fonte: UAOnline)
Momentos de sossego...
E para não perturbar a concentração, só música de piano toca por cá... hoje estive a ouvir CDs esta senhora. Vejam como ela improvisa a partir de uma música de Colónia... de um ponto de partida ela cria uma linha de improvisação, uma maravilha.
A line is a dot that went for a walk.
Paul Klee

(Fotografia de uma secretária e cadeira de trabalho muito original que captei numa montra de Toulouse, Junho de 2009)
Monday, 2 November 2009
O Gil está bem :-)
Sigmund Freud

Friday, 30 October 2009
Hoje há noite de percussão nos Festivais de Outono!
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro
Cinco Continentes
Interpercussão e Pedro Carneiro
Entrada Livre
I Parte
Paulo Rios Filho (n. 1985)
Labisane
(Estreia absoluta)
Brendan Colbert (n. 1956)
PNEUma
Polo Vallejo (n.1959)
Sagaz (de la colección MIMESIS 4, estudios para tres percusionistas)
II Parte
Alexandro Viñao (n.1951)
Estudios de frontera
Akira Nishimura (n.1953)
Kala
Thursday, 29 October 2009
Momentos diferentes do dia-a-dia...
(eu ficaria horas nesta escada LOL)
Beauty is everywhere, but one may see the beautiful view and the other sees a dirty window. You have the power within you to choose what you see, what you think and what you paint.
Leanne Cadden

(Algo diferente com que me deparei na hora de almoço em Frankfurt, Setembro de 2009 - vai uma salsichita acabada de grelhar in loco? ;) )
Wednesday, 28 October 2009
Numa mudança...









Tuesday, 27 October 2009
Monday, 26 October 2009
Serenidade...
Thursday, 22 October 2009
Começam hoje os Festivais de Outono
(Fonte: UA Online)
Todo o programa, aqui.
P.S. pós-concerto: e que bela voz a da mezzo Lídia Viñez Curtis!... os outros solistas também se portaram bem (Joana Seara tem uma voz muito bonita, ainda que no início se verificassem uns pontuais problemas de afinação, que logo desapareceram), mas gostei muito da voz escura, postura vocal, da exactidão, da afinação exemplar da Lídia Curtis, uma mezzo espanhola, membro do Coro de Câmara del Palau de la Musica Catalana de Barcelona e que já colaborou com agrupamentos como "Al Ayre Español", por exemplo. Uma cantora a seguir com atenção, a meu ver... O Concerto Campestre & Quarteto Arabesco exemplares... de aplaudir os pormenores da explicação do enredo antes do início do concerto e da projecção do libreto na parede por cima do palco...
Pena o Auditório da Reitoria estar a menos de um terço da sua ocupação... pessoalmente, eu acho que os concertos em Aveiro no geral (e a esmagadora maioria dos concertos dos Festivais de Outono, em particular) começam muito tarde: 21h30m (para acabar lá para as 23h30m-24h) é tardíssimo, para quem trabalha na manhã seguinte. A meu ver, é cansativo, mesmo para quem adora música clássica como eu. Porque não fazer concertos das 18h-20h ou 19h-21h? Esta seria a minha sugestão.
Momentos de Outono...

(uma música com uma sonoridade muito calma e agradável que descobri através da Xu, a quem agradeço).
Thursday, 15 October 2009
Soprar velas e festejar...
Tuesday, 13 October 2009
Monday, 12 October 2009
A vida ensina-nos...
We don’t see things as they are, we see them as we are.
Anais Nin
(Fotografia de um "Aulário" da Universidade de Salamanca, local onde se ensina e se aprende, tirada em Setembro de 2008... e não é a vida um imenso "aulário"?)
Friday, 2 October 2009
Thursday, 1 October 2009
Celebremos o Dia Mundial da Música!
Music is a means of rapid transportation.
John Cage
(Fotografia tirada em Aachen, Alemanha, Agosto de 2009)
Wednesday, 30 September 2009
Espreguiçar e levantar...
Na luz indecisa que deixa adivinhar
a manhã, a névoa que impregna o ar
desfaz-se quando os dedos de fogo do sol
a limpam, restituindo ao dia
a sua transparência. Mas a mulher que
ocupa o centro da paisagem não
se apercebe da mudança. O seu corpo
pertence à terra, e entrega-se
ao ritmo subterrâneo das raízes, ouvindo
o canto que regula a passagem
das estações. Um desejo de sombra apodera-se
da sua alma; e conta o tempo que falta
para a noite, para se entregar ao silêncio
do mundo, no lento eclipse
dos sentimentos.
Nuno Júdice

(Fotografia tirada no Museum for American Art, Washington D.C., Janeiro de 2009)
Tuesday, 29 September 2009
Monday, 28 September 2009
Depois de um dia de trabalho alucinante...
Sunday, 27 September 2009
Reencontros felizes
A Moura Aveirense teve o prazer de reencontrar a sua primeira professora de piano, a pessoa que me ensinou os primeiros passos na música. Já há mais de 10 anos que não nos víamos?!? Talvez, mas parece que tinha sido ontem o nosso último encontro, tal foi o abraço que trocámos. Era sempre com prazer que eu subia as escadas do prédio que me levavam até ao 4ª andar, onde o seu Yorkshire Terrier ladrava a bom ladrar, a anunciar a chegada de mais um(a) aluno(a) de piano e onde muitas vezes também se ouviam sons de oboé (o marido tocava na antiga Orquestra do Teatro Nacional de S. Carlos). Uma casa plena de música, portanto.
Foi com ela que ouvi muitas histórias de Salzburgo, cidade que eu tinha sempre ânsia de conhecer e quando finalmente fui lá, em 2007, não deixei de escrever um postal para esta professora a dizer "Finalmente, estou aqui!". Foi com ela que adquiri o amor pela música clássica, algo que nunca mais irei perder. Há pessoas que nos marcam no nosso percurso e esta senhora pequenina e sempre gordinha :-) foi uma delas. Aqui fica uma das músicas que aprendi a tocar com ela, há mais de 20 anos...
(Fotografia tirada em Salzburgo, Agosto de 2007)
Friday, 25 September 2009
Thursday, 24 September 2009
Simples e autêntico...
Identidade
Preciso ser um outro
para ser eu mesmo
Sou grão de rocha
Sou o vento que a desgasta
Sou pólen sem insecto
Sou areia sustentando
o sexo das árvores
Existo onde me desconheço
aguardando pelo meu passado
ansiando a esperança do futuro
No mundo que combato morro
no mundo por que luto nasço
Mia Couto, in "Raiz de Orvalho e Outros Poemas"
O regresso de Grey's Anatomy!
A temporada 6 chega hoje aos EUA! Para os fãs, preparem os lenços de papel...
Wednesday, 23 September 2009
Tuesday, 22 September 2009
Hora de ir deitar...







Preparem-se para os dias mais frescos...

... hoje chega o Outono, às 22:19.
(... que belos violoncelos a anunciarem a mudança de estação...)Se deste outono uma folha,
apenas uma, se desprendesse
da sua cabeleira ruiva,
sonolenta,
e sobre ela a mão
com o azul do ar escrevesse
um nome, somente um nome,
seria o mais aéreo
de quantos tem a terra,
a terra quente e tão avara
de alegria.
Eugénio de Andrade

(Fotografia tirada na Curia, Novembro de 2008)
Monday, 21 September 2009
... mais um passo para um novo objectivo de vida...


Lewis Carroll
Sunday, 20 September 2009
Calma e sentido positivo...
Saturday, 19 September 2009
Friday, 18 September 2009
O Verão, pouco a pouco, vai-se despedindo...
Talvez nem seja um tordo. Um pássaro
cantava. Seria o último
desse verão. A própria luz
não ajudava: não era barco
de manhã nem brisa ao fim da tarde.
Talvez o anjo do poema
pudesse em seu lugar subir aos ramos
e cantar. Mas os anjos
são tão distraídos! Deles não há
nada a esperar, a não ser fogo
de palha. Talvez nem seja um tordo.
O seu canto, só vibração do ar.
Eugénio de Andrade
(Fotografia tirada em Aveiro, 2005)
Concerto hoje na Universidade de Aveiro
Orquestra Filarmonia das Beiras interpreta Mozart, Weber e Haydn no Concerto de Laureados e de Abertura do Ano Lectivo da UA
É já esta Sexta-feira, 18 de Setembro, que se realiza, a partir das 21h30, no Auditório do Departamento de Comunicação e Arte, o Concerto de Laureados e de Abertura do Ano Lectivo da UA. Sob direcção do maestro convidado André Fonseca e acompanhada pelos clarinetistas vencedores em ex-aequo da categoria D (até 18 anos) do I Concurso Nacional de Clarinete Fernando Raínho Valente do Conservatório de Música de Aveiro, Nuno Sousa e Diogo Ferreira, a Orquestra Filarmonia das Beiras interpretará o «Concerto para Clarinete (1º And.)», de Mozart, o «Concertino para Clarinete», de Weber, e a «Sinfonia nº 94 (“Surpresa”)», de Haydn. A entrada é livre.
Programa
I Parte
Mozart – Concerto para Clarinete (1º And.)
Weber – Concertino para Clarinete
II Parte
Haydn – Sinfonia nº 94 (“Surpresa”)
I. Adagio cantabile - Vivace assai
II. Andante
III. Menuetto – Allegro molto
IV. Finale - Allegro molto
Intervenientes:
Orquestra Filarmonia das Beiras
Nuno Sousa, clarinete
Diogo Ferreira, clarinete
André Fonseca, maestro convidado
(Fonte: UA Online)

































